João, Joana e Júnior
Devagar ela subia as escadas. Rasteira. Cobra peçonhenta, afinal qual não é? João não escutava e se mantinha em um sono pesado e feliz. Foi assim que morreu. Ela, que subia vagarosamente, ao ouvir o tiro subiu rapidamente. Seu pai com sangue por todo o corpo na porta do quarto e uma janela aberta. Ventava pouco aquele dia, céu com estrelas iluminava o corpo da mãe, estilhaçado ao lado da piscina. O cachorro da família, sem entender, ainda tentava brincar com Joana.
O espanto tomava conta dela. Já no corredor, arrepia-se. Um novo tiro, Júnior, seu irmão manchava a parede. Estarrecida. Seus 19 anos e eram as cenas mais bizarras que já enfrentou. Correu ao descer as escadas e, ouve-se o barulho de alguém batendo a porta. Teve medo de abrir. Poderiam desconfiar dela. Assassinos geralmente são pessoas sem escrúpulo e sem nomes.
O espanto tomava conta dela. Já no corredor, arrepia-se. Um novo tiro, Júnior, seu irmão manchava a parede. Estarrecida. Seus 19 anos e eram as cenas mais bizarras que já enfrentou. Correu ao descer as escadas e, ouve-se o barulho de alguém batendo a porta. Teve medo de abrir. Poderiam desconfiar dela. Assassinos geralmente são pessoas sem escrúpulo e sem nomes.
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