A chuva de ontem
A chuva que ontem era canção
hoje é trovão, machuca
desperta a dor que não devera sentir
meu peito lateja, pede clemência
Sou barco naufragado, dor latente
sou fraco, sou criança, sou ninguém
sou um reflexo qualquer de um dia comum
que me fizeram parecer ser
A chuva que ontem luz
hoje é treva, enterra meu corpo
pouco a pouco, na solidão que me pertence
Sou âncora, no fundo do mar
perdida, sem ninguém a salvar
preso nos desejos mais intensos: sofrer.
hoje é trovão, machuca
desperta a dor que não devera sentir
meu peito lateja, pede clemência
Sou barco naufragado, dor latente
sou fraco, sou criança, sou ninguém
sou um reflexo qualquer de um dia comum
que me fizeram parecer ser
A chuva que ontem luz
hoje é treva, enterra meu corpo
pouco a pouco, na solidão que me pertence
Sou âncora, no fundo do mar
perdida, sem ninguém a salvar
preso nos desejos mais intensos: sofrer.
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