Felicidade Efêmera e Duradoura

É, ela é rápida e eterna. Ah a felicidade, um sentimento muito bom de se sentir.

Por que venho em linhas poucas falar sobre isso?! É uma homenagem a um amigo, amigo que não merece estar em um post de blog, pois é bem mais que isso. Porém, o que melhor pra falar sobre uma pessoa que uma das maneiras pelas quais nos conhecemos.

Duas histórias breves: há alguns anos atrás, mas exatamente quatro anos, em uma comunidade de datas de nascimento um grupo se formou e contatos se mantiveram. As pessoas estranahas nasceram no mesmo dia, mês e ano. E incrivelmente moravam na mesma cidade! Mas pra que isso? Vamos nos conhecer em Lisboa! Ah minha boa Lisboa que bons momentos me trouxe, talvez os melhores de minha vida até hoje.

A outra história é simples: descendo as escadas de minha casa me deparo com a caixa de correspondência, dentro uma correspondência de banco, uma que não era para mim e outra com envelope diferente. Branco e vermelho. Correspondência Internacional.

Bem, resume ai porque sentimentos não são explicáveis, senão sentidos. E sei que pelo momento que vivo, a carta (que poderia parecer atrasada para pessoas comuns) para a pessoa que aqui escreve chegou no momento que precisava.

Não cito nomes, não peço comentários, apenas uma pequena homenagem àquele que será um dos melhores jornalistas do mundo e uma pessoa de coração enorme.

Entende porque falo de felicidade? Tenho poucos amigos, muito poucos, mas os que tenho me bastam, pois quando preciso eles estão comigo, seja em corpo presente, em alma presente ou em pensamentos.

Sabia que a carta chegaria com tanto atraso? Não responda, pois ela não chegou com atraso, mas na hora que precisei de um amigo.

E SÓ PRA CONSTTAR: AMIGOS SÃO ESSES SERES ILUMINADOS QUE MOSTTRAM UMA REALIDADE QUE ÀS VEZES ESQUECEMOS QUE EXISTTE.

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Sonhos Despedaçados

Que aperto em ver sonhos despedaçados...
ainda tenho esperança
ainda busco esperança
que aperto em ver sonhos despedaçados...

Será?

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Apenas Uma Canção de Amor


Enquanto a chuva molha o meu rosto
Ela esconde a minha lágrima
Que insiste em encontrar o chão.

Enquanto o frio toma o meu corpo
Eu aprendi sem a gramática
Que saudade não tem tradução.

Eu preciso tanto de Você
O seu amor é o que me faz crescer
E conhece como a própria mão
Cada medo do meu coração.

Hoje pensei tanto em nós dois
Que não podia deixar pra depois
E eu vim aqui só pra dizer:
- Que eu sou louco por Você

Canção de Rosas de Saron.

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Confusões

É estranho como nos sentimos estranho.
Sim, não há outra palavra para confusões
para explicar essas confusões que,
nosso coração sofre com nossa mente.

É indecente e latente, machuca mas,
é muito bom porque é masoquista
por que? porque é bom! é ótimo, maravilhoso!
Estranho, confuso, mas bom. É esperança.

Na confiança que se tem. Que se pode ser,
e sentir, o que se nunca foi, nunca sentiu ou viveu.
Estranho seria se não sentisse tamanho sentimento.

Quero estar bem, e estou bem.
Quero ficar bem, e estou bem.
Quero você...

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AVATAR? Ah vá...!!!

Ontem fui ver ao filme mais comentado de 2009. Avatar. Repito aqui, Avatar? Ah vá...!!! O filme é muito bom, se retirarmos 2 horas e meia dele, o roteiro e outras mil coisas. Fiquei com uma frase ontem na cabeça para escrever aqui hoje. "A história que o filme quer passar é até boa, só que o roteiro é fraco, tão ruim que a história fica pior."

Não acredito que esse filme vai revolucionar alguma coisa no cinema, como andam a dizer. Tem efeitos? Sim, tem. Mas não nos prendem. Tem evolução, deve ter, mas passou despercebida diante da péssima escolha de um escritor. O roteiro conta com frases que me fizeram rir de vergonha de ter ido assistir, como: "Você é um bebê" que se repetiu durante toda uma sequência de cena, irritante. Ou ainda "Eu vejo você" que em seguida me lembrou "Eu vejo gente morta". Assisti Avatar ou paródias de filmes do gênero?

No mais, foi muito bom ter ido ao cinema. O filme não foi bom, mas ter ido ao cinema foi ótimo. A gente se surpreende com alguns passeios, e pro lado positivo. E quanto ao filme Avatar, ah vá...

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Coisas Estranhas

É estranho como as coisas são estranhas, né? Há uns anos atrás, quando garoto eu tinha um peixinho, daqueles que só podem viver só... Então, ia para escola, o alimentava, era meu bichinho de estimação! Mas sempre achei que ele erá solitário demais. Ficava pra lá e pra cá naquele pequeno aquário, pois me proibiram de ter um aquário grande.

Um dia, indo deitar ele olhou para mim com aquele olhar de que queria companhia. Me seguia pelo aquário... Sentei em uma cadeira e fiquei a observá-lo. Ele parou em frente a mim e asim ficamos por alguns minutos. De rependete me veio a ideia...

- Peixinho, quer ir dormir essa noite comigo?

Ele continuou parado por instantes e me mandou um beijo. Entendi como um sim. E realmente era um sim, pois quando retirei ele do aquário ele pulava de alegria. Pulava e pulava... Na caminha que preparei para ele, ele dava saltos de alegria. Até que adormeceu...

Na manhã seguinte, ele não acordava... Acho que foi sua última alegria, ter saído daquele aquário.

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Luis Fernando Verissimo e verissimo mesmo!!!

Essa semana estou a procura de Luis Fernando Verissimo. Alguns me perguntariam: O que? Como assim? e os demais: Pra que? Por que? Enfim, o procuro. Quem souber como encontrá-l,o me diga!!! Curioso para saber o porquê? Espere a hora certa. Não, não é suspense, é apenas uma vontade incontrolável de ter um contato com este escritor contemporâneo.

E por falar em Verissimo, sem acento, no fim do ano passado foi lançado seu novo livro "Os Espiões".

"Luis Fernando Verissimo, um dos maiores escritores do país e mestre da literatura de humor, constrói, neste livro, uma alegoria híbrida de mitologia, humor e mistério. Ainda se curando da ressaca do final de semana, na manhã de uma terça-feira, o funcionário de uma pequena editora recebe um envelope branco, endereçado com letras de mãos trêmulas. Dentro, as primeiras páginas de um livro de confissões escrito por uma certa Ariadne, que promete contar sua história com um amante secreto e depois se suicidar. Atormentado por sonhos românticos, esse boêmio frustrado com seu casamento, e infeliz no trabalho, decide tomar uma atitude: descobrir quem é Ariadne e, se possível, salvá-la da morte anunciada. Na mitologia grega, ela ajuda Teseu a sair do labirinto. No entanto, Verissimo cria uma Ariadne ao contrário, que vai enfeitiçando o protagonista e seus amigos de bar, os deliciosos e risíveis espiões deste livro. Linha a linha, como um fio costurando a comédia ao drama cotidiano, o autor gaúcho constrói a teia de onde seus personagens talvez não escapem - um universo alegórico, diabolicamente engraçado e culto, que também captura o leitor até o final desse enigma." (Sinopse fornecida)

Ficou curioso? O Banco de Livros, em Porto Alegre está com uma camapanha para arrecadar 500 mil livros, e até a data/hora desta postagem já ultrapassava os 300 mil. Mas para que mesmo é essa campanha? Ah sim, ao chegar aos 500 mil o livro será disponibilizado para download para qualquer usuário. MAS... enquanto isso, você poder ler essa obra on line no site: http://www.livroinedito.com.br/

E blogueiros e leitores, não se esqueçam, há diversos textos rodando na internet que são supostamente assinados por Luis Fernando Verissimo mas não são! Por isso segue abaixo uma lista de obras publicadas (Fonte: Wikipédia):

Crônicas e contos (inéditos)

* O Popular (1973, ed. José Olympio)
* A Grande Mulher Nua (1975, ed. José Olympio)
* Amor Brasileiro (1977, ed. José Olympio)
* O Rei do Rock (1978, ed. Globo)
* Ed Mort e Outras Histórias (1979, ed. L&PM)
* Sexo na Cabeça (1980, ed L&PM)
* O Analista de Bagé (1981, ed. L&PM)
* A Mesa Voadora (1982, ed. Globo)
* Outras do Analista de Bagé (1982, ed. L&PM)
* A Velhinha de Taubaté (1983, ed. L&PM)
* A Mulher do Silva (1984, ed. L&PM)
* A Mãe de Freud (1985, ed. L&PM)
* O Marido do Doutor Pompeu (1987, ed. L&PM)
* Zoeira (1987, ed. L&PM)
* Noites do Bogart (1988)
* Orgias (1989, ed. L± relançado em 2005 pela Objetiva)
* Pai Não Entende Nada (1990, ed. L&PM)
* Peças Íntimas (1990, ed. L&PM)
* O Santinho (1991, ed. L&PM)
* O Suicida e o Computador (1992, ed. L&PM)
* Comédias da Vida Pública (1995, ed. L&PM)
* A Versão dos Afogados - Novas Comédias da Vida Pública (1997, ed. L&PM)
* A Mancha (2004, ed. Cia das Letras, coleção Vozes do Golpe)

Crônicas e contos (antologias e reedições)

* O Gigolô das Palavras (1982, ed. L&PM)
* Comédias da Vida Privada (1994, ed. L&PM)
* Novas Comédias da Vida Privada (1996, ed. L&PM)
* Ed Mort, Todas as Histórias (1997, ed. L&PM)
* Aquele Estranho Dia que Nunca Chega (1999, Editora Objetiva)
* A Eterna Privação do Zagueiro Absoluto (1999, Editora Objetiva)
* Histórias Brasileiras de Verão (1999, Editora Objetiva)
* As Noivas do Grajaú (1999, ed. Mercado Aberto)
* Todas as Comédias (1999, ed. L&PM)
* Festa de Criança (2000, ed. Atica)
* Comédias para se Ler na Escola (2000, Editora Objetiva)
* As Mentiras que os Homens Contam (2000, Editora Objetiva)
* Todas as Histórias do Analista de Bagé (2002, Editora Objetiva)
* Banquete Com os Deuses (2002, Editora Objetiva)
* O Nariz e Outras Crônicas (2003, ed. Ática)
* O Melhor das Comédias da Vida Privada (2004, Editora Objetiva)
* Mais comédias para ler na escola (2008, Editora Objetiva)

Novelas e romances

* Pega pra Kapput (1978, ed. L± com Moacyr Scliar, Josué Guimarães e Edgar Vasques)
* O Jardim do Diabo (1987, ed. L&PM)
* Gula - O Clube dos Anjos (1998, Editora Objetiva, coleção Plenos Pecados)
* Borges e os Orangotangos Eternos (2000, ed. Cia das Letras, coleção Literatura ou Morte)
* O Opositor (2004, Editora Objetiva, coleção Cinco Dedos de Prosa)
* A Décima Segunda Noite (2006, Editora Objetiva, coleção Devorando Shakespeare)

Relatos de viagens

* Traçando New York (1991, ed. Artes e Ofícios; com Joaquim da Fonseca)
* Traçando Paris (1992, ed. Artes e Ofícios; com Joaquim da Fonseca)
* Traçando Porto Alegre (1993, ed. Artes e Ofícios; com Joaquim da Fonseca)
* Traçando Roma (1993, ed. Artes e Ofícios; com Joaquim da Fonseca)
* América (1994, ed. Artes e Ofícios)
* Traçando Japão (1995, ed. Artes e Ofícios; com Joaquim da Fonseca)
* Traçando Madrid (1997, ed. Artes e Ofícios; com Joaquim da Fonseca)

Cartuns e quadrinhos

* As Cobras (1975, ed. Milha)
* As Cobras e Outros Bichos (1977, ed. L&PM)
* As Cobras do Verissimo (1978, ed. Codecri)
* O Analista de Bagé em Quadrinhos (1983, ed. L± com Edgar Vasques)
* Aventuras da Família Brasil (1985, ed. L&PM)
* Ed Mort em Procurando o Silva (1985, ed. L± com Miguel Paiva)
* As Cobras, vols I, II e III (1987, ed. Salamandra)
* Ed Mort em Disneyworld Blues (1987, ed. L± com Miguel Paiva)
* Ed Mort em Com a Mão no Milhão (1988, ed. L± com Miguel Paiva)
* Ed Mort em Conexão Nazista (1989, ed. L± com Miguel Paiva)
* Ed Mort em O Seqüestro do Zagueiro Central (1990, ed. L± com Miguel Paiva)
* A Família Brasil (1993, ed. L&PM)
* As Cobras em Se Deus existe que eu seja atingido por um raio (1997, ed. L&PM)
* Pof (2000, ed. Projeto)
* Aventuras da Família Brasil (reedição - 2005, Editora Objetiva)

Outros

* O Arteiro e o Tempo (infantil; ed. Berlendis & Vertecchia; ilustrada por Glauco Rodrigues)
* Poesia Numa Hora Dessas?! (poemas; 2002, Editora Objetiva)
* Sport Club Internacional|Internacional, Autobiografia de uma Paixão (2004, ed. Ediouro)

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Promessas de Ano

Todos os anos é a mesma coisa...
Promessas que duram dias
Dias que se passam voando
e voar nem sempre é possível!

Todos os anos é mesma coisa...
Promessas que duram horas
Horas que o relógio marca
marcas que permanecem por uma vida!

As promessas de ano
são como castelos de areias
se vão, se perdem, se chega

As promessas de ano
são simplesmente ritual
daqueles que simples, banal!

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Ego de Merda

Você não procura me entender.
Se quer sabe o que se passa.
Seu Ego é tão grande quanto sua ignorância
Seu Ego é tão grande quanto você quer que seja.

Você não sabe como foi meu dia.
Não pergunta como foi, não se preocupa
em saber, como estou, se é que estou.
Pra você é fácil irradiar você!

Não controle o mundo nem os demais
Se quer tente, você não é capaz de
em si, ter o poder, pois ele não há.

Veja que o sol é apenas um nome
para aquilo que brilha todos os dias
e para todos, não só pro seu Ego.

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Um Breve Panorama (Cinema)

“Em 28 de dezembro de 1895, no Salão Indiano do Gran Café, no n. 14 do Boulevard des Capucines, em Paris, 33 espectadores assistiram, pasmos, às primeiras projeções de filmes feitos pelos inventores do cinematográfico – os irmãos Lumière.” (Duarte, 2006) França, o berço de diversos outros movimentos, contribuiu também, ao fim do século XIX, com o que hoje conhecemos como Cinema. É evidente que se formos buscar uma origem precisa, assim como todos os inventos, temos em inúmeras partes do mundo e diferentes tempos, inventores e estudiosos que já se detinham desta busca pela projeção de imagens em movimento. Um ano antes dos Lumière, Thomas A. Edson, nos EUA, inventou o Kinetoscope, “era uma caixa com 15 metros de filme, que girava em tambores. Uma pessoa olhando por um orifício podia ver as imagens em movimento.” (Rodrigues, 2007)

Contudo, Edson, acreditando que seria algo passageiro, não patenteou o invento, economizou cerca de R$ 300,00 (com referências atuais) necessários para os direitos internacionais. (Temos aqui um claro exemplo da importância de se ter os direitos sobre o que você produz.) Dois anos depois, Edson tomou ciência da importância do feito e continuou a invenção. Porém foi George Méliès o primeiro a tomar frente de um cinema que, não apenas mostrou o cotidiano, assim inovando e incrementando com histórias narrativas, o primeiro que se tem notícias.

Com os irmãos Lumière o cinema encontrou sua forma de captar imagens em movimentos e trazer isso pra realidade, já com Méliès, o cinema se viu diante sua vocação, trazer sonhos para a realidade humana. Foi este que levou ao público as primeiras projeções em que as pessoas podiam sonhar em ir a Lua, por exemplo, (Le Voyage dans la lune, br. Viagem à Lua, 1902). Imaginem que aqui temos uma realidade no fim do século XIX, assim, seria o mesmo se comparássemos nossa realidade (século XXI) com carros voadores que pudéssemos comprar com mais acessibilidade.

Foi com esse alvoroço que as salas de cinema; com um pianista, um projetor e um narrador; começavam a ter mais frequentadores. Viagem à Lua, narra a história de 5 astrônomos que vão à Lua e são capturados por selenitas. A história do filme de Méliès foi baseada em um livro de Jules Verne (1828-1905), um escritor francês considerado o percursor do gênero ficção científica. Nessa simples história, Méliès inclui o imaginário, e começa a desenvolver técnicas de cinema que até hoje são utilizadas: fusão, sobreposição, exposição múltipla de imagens… Evidente que esses recursos foram se aperfeiçoando ao longo dos tempos.

“Se hoje passamos a estudar essa história, é porque quanto mais conhecemos a evolução do cinema e suas transformações, mais nos tornamos capazes de entender cada filme.” (Araujo, 1995).

Renato Dering.
(renatodering@gmail.com)

Obs.: A imagem é LOGO do site que divulga filmes independentes. ACESSE O SITE EU FABRICO FILMES INDEPENDENTES.

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